Self-custody por padrão
As chaves privadas do cliente nunca chegam à Ishtaran. A geração da wallet e a assinatura de transações acontecem inteiramente no ambiente do próprio cliente, através de um SDK oficial. A Ishtaran verifica cada assinatura contra um hash calculado de forma independente, retransmite a transação, e monitora e reconcilia a execução -- veja como funciona.
Como o self-custody funciona →Autenticação
Cada Application/Environment tem sua própria API Key, uma string de alta entropia gerada com gerador de números aleatórios criptograficamente seguro — nunca armazenada em texto claro, apenas seu hash. Acesso humano ao painel usa autenticação por token assinado, de curta duração.
Criptografia
TLS obrigatório em toda comunicação externa e interna — nenhum tráfego não criptografado, mesmo dentro de uma rede privada. Dados em repouso (banco de dados, backups) são criptografados no nível de infraestrutura.
Isolamento entre Organizations e ambientes
Cada módulo interno mantém seus próprios dados fisicamente segregados. Toda API Key é vinculada a exatamente um Environment na criação e só é validada contra os dados desse Environment -- uma chave de Sandbox estruturalmente não consegue autenticar contra dados de Production, e vice-versa.
Auditoria e rastreabilidade
Toda movimentação de saldo é um lançamento contábil (Ledger Entry), nunca uma alteração direta de valor. Toda ação administrativa sensível é registrada com o identificador do ator autenticado, de ponta a ponta.
Idempotência
Toda operação financeiramente relevante exige uma chave de idempotência — reenviar a mesma requisição, por falha de rede ou retry, nunca duplica o efeito.